segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Corpo vestido de paixão

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Perguntas e mais perguntas
Enredos, sentires, vidas e vidas
Perco-me nesses labirintos longínquos
Dos estados de alma, meus e teus
Brotam em cascatas, versos agridoces
Mesclados de ternura, de doces sensações
Aglutinados em vocábulos sentidos
Em consoantes sofridas e vogais desejadas
Inseridas em poemas de ilusão
Arrefecidas pelo vento das planícies
Madrugais coloridos de nuvens outonais
Em rios turbulentos e límpidos
Que escorem na foz do coração
Exacerbando as batidas lentas da emoção
Neste corpo vestido de paixão.

1 comentário:

VÓNY FERREIRA disse...

O amor, esse sentimento forte e ambíguo que nos faz refém muita vez ora da felicidade, ora de uma tristeza infinita.
O poema está belo,.
Vóny Ferreira