domingo, 25 de maio de 2008

Eu vi essa ave

Eu vi essa ave
Voando em liberdade
Planando o meu mar
Tumultuoso e orvalhado

Eu vi essa ave, sim
Faminta e exausta
No meu ombro descansou
Chilreando baixinho
Palavras doces de carinho

Trazendo novidades
Do outro lado do mar
Mitigando a saudade
Que teima em ficar

Meu coração rejubilou
Com tão linda melodia
É a melodia da ternura
Enviada com sabedoria.

O mar amainou
O meu olhar brilhou
O sol enxugou
As penas molhadas da ave
que voou em liberdade

Recuperou alento
Chilrou a mensagem
E Voltou a voar
Até perder de vista

Levando nas patas
Uma flor perfumada
Com a fragrância
Da minha terna lealdade

Sabe o que fazer dela
E concluir a missão
Entregá-la docemente
Á “musa” da minha inspiração
.

1 comentário:

Graça Lopes disse...

Sé que eres bella, y no sé,
mujer no vista e soñada,
no mirada y admirada,
qué flor te dedicaré.
sé que eres bellas, y no sé...

Para ti todas las flores...

Para ti todo el amor:
el ardiente y el rendido,
el dulce y el encendido,
el mudo y el decidor.
Para ti todo el amor.!

Manuel Machado