sábado, 12 de abril de 2008

A vida sem amor...


Fica, alegra este corpo afadigado
Invadiste-o sofregamente
Então…não desistas
Pinta-o da cor da esperança
Orquestra-o nos prazeres da vida
Esquece a dor, a mágoa…
Não fiques ferido nem abandonado
Ergue-te e procura
A tímida chama que arde
Não abandones este corpo cansado de lutar
Fica doce amor
Fortalece-te e voa
Sente a torrente do mar
O brilho do sol nos dias de verão
O semblante protector da lua, nas noites escuras
O perfume das flores orvalhadas
Sente o pulsar do coração
Transforma-te em puro barro
Moldado por estas mãos ávidas de esculpir
Liberta-te e transmuda-te
Na mais pura energia emocional
Sobrevive, aconchega meu coração.
Porque a vida sem amor
É como fogo sem paixão

1 comentário:

Graça Lopes disse...

Mas há a vida
que é para ser
intensamente vivida,
há o amor.
Que tem que ser vivido
até a última gota.
Sem nenhum medo.
Não mata.

?!...se souber de quem é o poema...ofereço o seu peso em ouro!